quarta-feira, 15 de março de 2023

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA

 

A ONU REDIGIU UM DOCUMENTO EM 22 DE MARÇO DE 1992 – INTITULADO “DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA”.  O TEXTO MERECE PROFUNDA REFLEXÃO E DIVULGAÇÃO POR TODOS OS AMIGOS E DEFENSORES DO PLANETA TERRA, EM TODOS OS DIAS.





1. A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada

região, cada cidade, cada cidadão, é plenamente responsável aos olhos de todos.

2. A água é a seiva de nosso planeta. Ela é condição essencial de vida de todo vegetal, animal ou

ser humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a

cultura ou a agricultura.

3. Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito

limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

4. O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos.

Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida

sobre a Terra. Este equilíbrio depende em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde

os ciclos começam.

5. A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos

nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como a obrigação moral do

homem para com as gerações presentes e futuras.

6. A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber

que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do

mundo.

7. A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua

utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de

esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

8. A utilização da água implica em respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica

para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo

homem nem pelo Estado.

9. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades

de ordem econômica, sanitária e social.

10. O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão

de sua distribuição desigual sobre a Terra.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

DICA DE LEITURA: LÁPIS COR DE PELE

 



LIVRO: LÁPIS COR DE PELE

 

De acordo coma narrativa descrita no referido livro, a personagem Ana, em seu primeiro dia de aula, ficou surpresa quando viu que os colegas tinham um “lápis cor de pele”. Então pensou: Será que a gente só tem uma cor?” A partir daquele dia, começou a prestar atenção nas pessoas e descobriu coisas que nunca havia percebido antes. Que tal conhecer esta história sobre DIVERSIDADE?

Ótima leitura e viva à diversidade!

CLIQUE ABAIXO PARA LER

https://doceru.com/doc/nxnxe1v




segunda-feira, 6 de junho de 2022

Click Leitura - Junho - A Mulher Ramada

 





A Mulher Ramada

Verde claro, verde escuro, canteiro de flores, arbusto entalhado, e de novo verde claro, verde escuro, imenso lençol do gramado; lá longe o palácio. Assim o jardineiro via o mundo, toda vez que levantava a cabeça do trabalho.

E via carruagens chegando, silhuetas de damas arrastando os mantos nas aléias, cavaleiros partindo para a caça.

Mas a ele, no canto mais afastado do jardim, que a seus cuidados cabia, ninguém via. Plantando, podando, cuidando do chão, confundia-se quase com suas plantas, mimetizava-se com as estações. E se às vezes, distraído, murmurava sozinho alguma coisa, sua voz não se entrelaçava à música distante que vinha dos salões, mas se deixava ficar pelas folhas, sem que ninguém a viesse colher.

Já se fazia grande e frondosa a primeira árvore que havia plantado naquele jardim, quando uma dor de solidão começou a enraizar-se no seu peito. E passados dias, e passados meses, só não passando a dor, disse o jardineiro a si mesmo que era tempo de ter uma companheira.

No dia seguinte, trazidas num saco duas belas mudas de rosa, o homem escolheu o lugar, ajoelhou-se, cavou cuidadoso a primeira cova, mediu um palmo, cavou a segunda, e com gestos sábios de amor enterrou as raízes. Ao redor afundou um pouco a terra, para que a água de chuva e rega mantivesse sempre molhados os pés da rosa.

Foi preciso esperar. Mas ele, que há tanto esperava, não tinha pressa. E quando os primeiros, tênues galhos despontaram, carinhosamente os podou, dispondo-se a esperar novamente, até que outra brotação se fizesse mais forte.

Durante meses trabalhou conduzindo os ramos de forma a preencher o desenho que só ele sabia, podando os espigões teimosos que escapavam á harmonia exigida. E aos poucos, entre suas mãos, o arbusto foi tomando feitio, fazendo surgir dos pés plantados no gramado duas lindas pernas, depois o ventre, os seios, os gentis braços da mulher que seria sua. Por último, cuidado maior, a cabeça levemente inclinada para o lado.

O Jardineiro ainda deu os últimos retoques com a ponta da tesoura. Ajeitou o cabelo, arredondou a curva de um joelho. Depois, afastando-se para olhar, murmurou encantado:

--Bom dia, Rosamulher.

Agora levantando a cabeça do trabalho, não procurava mais a distância. Voltava-se para ela, sorria, contava o longo silêncio da sua vida. E quando o vento batia no jardim, agitando os braços verdes, movendo a cintura, ele todo se sentia vergar de amor, como se o vento o agitasse por dentro.

Acabou o verão, fez-se inverno. A neve envolveu com seu mármore a mulher ramada. Sem plantas para cuidar, agora que todas descansavam, ainda assim o jardineiro ia todos os dias visita-la. Viu a neve fazer-se gelo. Viu o gelo desfazer-se um dia em que o sol parecia mais morno do que de costume, viu de repente, na ponta dos dedos esgalhados, surgir a primeira brotação na primavera.

Em pouco, o jardim vestiu o cetim das folhas novas. Em cada tronco, em cada haste, em cada pendúculo, a seiva empurrou para fora pétalas e pistilos. E mesmo no escuro da terra os bulbos acordaram, espreguiçando-se em pequenas pontas verdes.

Mas enquanto todos os arbustos se enfeitavam de flores, nem uma só gota de vermelho brilhava no corpo da roseira. Nua, obedecia ao esforço de seu jardineiro que, temendo que viesse a floração a romper tanta beleza, cortava rente todos os botões.

De tanto contraria a primavera, adoeceu porém o jardineiro. E ardendo de amor e febre na cama, inutilmente chamou por sua amada.

Muitos dias se passaram antes que pudesse voltar ao jardim. Quando afinal conseguiu se levantar para procurá-la, percebeu de longe a marca da sua ausência. Embaralhando-se aos cabelos, desfazendo a curva da testa, uma rosa embabadava suas pétalas entre os olhos da mulher. E já outra no seio despontava.

Parado diante dela, ele olhava e olhava. Perdida estava a perfeição do rosto, perdida a expressão do olhar. Mas do seu amor nada se perdia. Florida, pareceu-lhe ainda mais linda. Nunca Rosamulher fora tão rosa. E seu coração de jardineiro soube que jamais teria coragem de podála. Nem mesmo para mantê-la presa em seu desenho.

Então docemente a abraçou descansando a cabeça no seu ombro. E esperou. E sentindo sua espera, a mulher –rosa começou a brotar, lançando galhos, abrindo folhas, envolvendo-o em botões, casulo de flores e perfumes.

Ao longe, raras damas surpreenderam-se com o súbito esplendor da roseira. Um cavaleiro reteve seu cavalo. Por um instante pararam, atraídos. Depois voltaram a cabeça e a atenção, retomando seus caminhos. Sem perceber debaixo das flores o estreito abraço dos amantes.

(Marina Colasanti- Um Espinho de Marfim e outras histórias)

sexta-feira, 13 de maio de 2022

CLICK LEITURA - No restaurante - Carlos Drummond de Andrade

 

No restaurante - Carlos Drummond de Andrade

— Quero lasanha.
Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
— Meu bem, venha cá.
— Quero lasanha.
— Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
— Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
— Vou querer lasanha.
— Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
— Gosto, mas quero lasanha.
— Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
— Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
— Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
— Você come camarão e eu como lasanha.
O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
— Quero uma lasanha.
O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
— Moço, tem lasanha?
— Perfeitamente, senhorita.
O pai, no contra-ataque:
— O senhor providenciou a fritada?
— Já, sim, doutor.
— De camarões bem grandes?
— Daqueles legais, doutor.
— Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
— Uma lasanha.
— Traz um suco de laranja pra ela.
Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
— Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. — Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
— Agora a lasanha, não é, papai?
— Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
— Eu e você, tá?
— Meu amor, eu…
— Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

sábado, 24 de abril de 2021

Baixe e leia

 


CLIQUE NA IMAGEM PARA ABRIR
Hazel Grace Lancaster e Augustus Waters são dois adolescentes que se conhecem em um grupo de apoio para pacientes com câncer. Por causa da doença, Hazel sempre descartou a ideia de se envolver amorosamente, mas acaba cedendo ao se apaixonar por Augustus. Juntos, eles viajam para Amsterdã, onde embarcam em uma jornada inesquecível.

Disponível em: 
https://drive.google.com/file/d/1ptNE2UwzpM-Tw8hV7zwxnxNm-v1EjFCG/view?usp=sharing


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

"A Experiência Literária dos Escritores da Academia Quixadaense de Letras-AQL"

Convidamos alunos, professores, funcionários e demais segmentos da comunidade escolar para participarem das rodas de conversas que estaremos realizando no dia 20.02, quinta-feira:
- "Carnaval com Saúde", às 9h.
- "A Experiência Literária dos Escritores da Academia Quixadaense de Letras-AQL", às 19h.
Local: CEJA
A imagem pode conter: 2 pessoas, texto que diz "A Experiência Literária dos Escritores da Academia Quixadaense de AQL." Convidados RODA DE CONVERSA Data: 20/02/2020 Horário 19h Local: CEJA João Ricardo da Silveira Julieta Rocha Luiz Carlos Alves CEJA"

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Meio Ambiente e Sustentabilidade: o seu lixo pode ser a principal fonte de renda de muitas famílias.

Meio Ambiente e Sustentabilidade: o seu lixo pode ser a principal fonte de renda de muitas famílias. Veja o vídeo. Motive-se a participar. Faça a Diferença.


quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Seremos lembrados como a “Era do plástico”?


Seremos lembrados como a “Era do plástico”?
Os depósitos plásticos aumentaram no pós-guerra e vem dobrando desde então.

10 de setembro de 2019

Em maio deste ano, o mundo tomou conhecimento de que há plástico até na Fossa das Marianas – o ponto mais profundo do planeta Terra. A notícia causou espanto, mas a verdade é que sabemos muito pouco sobre a dimensão da poluição plástica nos oceanos. Um estudo do Instituto de Oceanografia, da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA), revela que o plástico sintético está poluindo nosso registro fóssil.

A pesquisa examinou quase 200 anos de sedimentos costeiros na Bacia de Santa Bárbara, na Califórnia, onde há quase total ausência de oxigênio. Por lá, as camadas sedimentares estão impregnadas por micropartículas – possivelmente oriunda das águas residuais que chegam nos oceanos. Os cientistas conseguiram analisar sedimentos datados de até 1843.

Apesar da maioria dos plásticos terem sido inventados na década de 20, os depósitos de plástico aumentaram no final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e começaram a dobrar a cada 15 anos. Também foram sendo diversificados os tipos plásticos.

O aumento corresponde a um aumento na taxa de produção de plástico em todo o mundo e o crescimento da população costeira da Califórnia.

Os microplásticos mais encontrados foram tecidos sintéticos de vestuário. O que mostra que talvez estejamos subestimando os fiapos que são liberados durante as lavagens de roupa. Outro tipo encontrado foi o plástico filme, muito usado nas cozinhas e nos aeroportos.

“É ruim para os animais que vivem no fundo do oceano: recifes de coral, mexilhões, ostras e assim por diante”, afirmou a líder do estudo Jennifer Brandon. “Todos aprendemos na escola sobre a idade da pedra, a idade do bronze e a idade do ferro – essa será conhecida como a era do plástico? É assustador que será por isso que nossas gerações serão lembradas”.

À medida que mais estudos surgem fica cada vez mais evidente e mais comprovado que os plásticos estão presentes em tudo. A pesquisa oceanográfica é importante, apesar de, muitas vezes, não ter tanta atenção da sociedade. “Sabemos que os mares exercem uma função-chave para a nossa existência. Sua imensidão, porém, é menos investigada do que a superfície da Lua”, disse certa vez Marcio Weichert, coordenador do Centro Alemão de Ciência e Inovação São Paulo.

A opção por reduzir o uso de plástico no cotidiano certamente é válida, mas será preciso ações bem mais amplas e estruturais para mudar o rumo que a humanidade tomou. Confira o artigo Parece absurdo, mas comemos e respiramos microplásticos diariamente. Estudo completo em inglês.



TEXTO:
Jornalista aparelhada para gostar de passarinhos. Tem interesse por mais assuntos do que é capaz de acompanhar. Aqui escreve sobre infinitas possibilidades de tornar o mundo um pouquinho melhor.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Animais abandonados: de quem é a responsabilidade?

Os motivos por trás do abandono de um animal de estimação

Dividir a vida com um pet costuma melhorar a qualidade de vida das pessoas em muitos sentidos: reduz a sensação de solidão, favorece as relações sociais, ajuda a manter a forma, incentiva o sorriso etc. E, apesar de tudo isso, na Espanha, durante o ano de 2010, aproximadamente 109 mil cachorros e 36 mil gatos foram abandonados. Por quê?

EXTRAÍDO DO BLOG AFFINITY PETCARE
https://www.affinity-petcare.com/br/os-motivos-por-tras-do-abandono-de-um-animal-de-estimacao



Convivência
Muitas pessoas aproveitam a companhia de um animal de estimação e não pensariam nem por um segundo na possibilidade de se desfazer do seu cachorro ou gato, que, frequentemente, é considerado como parte da família. Entretanto, a convivência entre pessoas e animais nem sempre é um sucesso e em alguns casos a relação fracassa: durante 2010, só na Espanha, foram recolhidos aproximadamente 109 mil cachorros e 36 mil gatos. E se para um proprietário pode ser difícil abandonar um pet, para o animal, o abandono é o começo de um caminho muito difícil que tem um final feliz na forma de adoção só para 45% dos cachorros e 38% dos gatos. O resto dos animais continuará vivendo nas associações protetoras, onde o ambiente desconhecido, a mudança repentina da rotina e o isolamento do grupo social do animal podem significar um grande estresse.

Estudo
Mas por que tantos cachorros e gatos acabam ficando em abrigos e associações protetoras? É válido perguntar, principalmente, quando se tem em conta a quantidade de benefícios que os pets oferecem para o bem-estar físico e mental das pessoas, além da expectativa de muitos futuros proprietário de que o cachorro ou gato acabará sendo um fiel companheiro de vida e um amigo. Aliás, a resposta dessa pergunta representa o primeiro passo para planejar medidas que ajudam a reduzir ou erradicar o abandono dos animais de estimação. Com essa finalidade, desde 1988, a fundação Affinity realiza periodicamente um estudo que estima a quantidade de animais abandonados na Espanha e que analisa o perfil dos animais recolhidos, das pessoas que os levam para os abrigos e dos centros que os recebem.

Motivos
Segundo o último estudo realizado em 2010, os principais motivos de abandono de cachorros e gatos foram: ninhadas inesperadas (14%), mudança de casa (13,7%), fatores econômicos (13,2%), perda de interesse pelo animal (11,2%) e comportamento problemático do animal de estimação (11%). Entre os motivos menos frequentes temos: fim da temporada de caça (10,2%), alergia de algum membro da família (7,7%), nascimento de um filho (6,4%), internamento ou morte do proprietário (3,5%), férias (2,6%) ou o medo de pegar toxoplasmose durante a gravidez (2,4%).

Incompatibilidade
Esses motivos tendem a mudar com o tempo e são diferentes dos estudos anteriores. Os dados de 2010 indicam um aumento nos fatores econômicos e uma diminuição dos motivos relacionados com a perda de interesse, o fim da temporada de caça e o medo de toxoplasmose. Entretanto, o abandono continua apontando para uma incompatibilidade entre alguns proprietários e alguns pets, para um desconhecimento sobre as implicações práticas de viver com um animal e, em alguns casos, para expectativas equivocadas sobre o comportamento normal de um cachorro ou gato.

Sensibilização
Mesmo estando muito longe de erradicar o problema, as campanhas de sensibilização da população contra o abandono dos animais começam a fazer efeito. Cada vez mais as pessoas tentam escolher um pet que se “encaixe” melhor ao seu estilo de vida e, antes de adotar, consultam profissionais do setor para ter expectativas realistas sobre a dedicação que o animal de estimação precisará em termos de tempo e dinheiro.

Conselhos
De fato, se você estiver avaliando a possibilidade de adotar um pet e quiser definir as bases de um relacionamento duradouro e feliz, talvez se interesse pelos conselhos elaborados pela Fundação Affinity para evitar o abandono de animais:

A decisão de ter um animal deve ser tomada em família, dividindo as diferentes tarefas e responsabilidades entre todos os membros dela.
É preciso informar-se e decidir que tipo de animal melhor adapta-se as suas necessidades, gostos, estilo de vida e tamanho do lar: cachorro, gato ou outro tipo de pet; macho ou fêmea; filhote ou adulto; no caso de cachorros, pequeno, médio ou grande porte...
Ensinar ao animal, principalmente no caso dos cachorros, os comandos básicos de adestramento. Dessa maneira, a convivência será mais fácil e você aproveitará mais a companhia do seu pet.
Informar-se com o veterinário sobre a esterilização para exercer não só o papel de dono responsável, mas também uma "paternidade responsável" e evitar as ninhadas não desejadas.


https://anda.jusbrasil.com.br/
Animais abandonados: de quem é a responsabilidade?: Voluntários e poder público pedem engajamento da sociedade na tentativa de amenizar a situação.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Ajude a recarregar o PLANETA!


O Projeto: Ajude a recarregar o PLANETA! Foi lançado no dia 23 de agosto de 2019. Sua implementação foi facilitada, sobremaneira, porque o CEJA firmou parceria com o IFCE – Campus de Quixadá-CE, mais precisamente com o Laboratório do Meio Ambiente daquela instituição, para onde serão levadas as pilhas e baterias coletadas na escola a partir da participação voluntária das comunidades escolar e local.


O momento de comemoração do aniversário da escola foi propício, uma vez que estavam presentes alunos e ex-aluno do CEJA, representação da igreja e comunidade. Desse modo, a ideia foi divulgada amplamente e os presentes foram sensibilizados a colaborar diretamente com o meio ambiente e a saúde pública.

Além desse momento, o Projeto tem sido divulgado diariamente pelo SASP – Serviço de Assessoramento Pedagógico, que, em parceria com outros profissionais, também o tem levado a outras instituições do bairro Campo Velho, na perspectiva que essa rede de proteção ambiental se amplia cada vez mais.

Sendo, pois, um Projeto permanente, sua divulgação é constante e já se pode verificar, conforme se comprova por meio de fotos anexas, a participação da comunidade escolar e local. A confecção dos coletores, inclusive, foi feita por uma artista ligada à Comunidade Visitação, que presta serviço social no bairro onde se localiza a escola.

A escola acredita firmemente que por meio da parceria escola-famílias é possível modificar a relação pessoal e coletiva que se tem com o meio ambiente, abrindo campo para reflexões que vão para além do imediatismo consumista. Vale ainda destacar que a coleta desses materiais é uma experiência pioneira no município de Quixadá-CE.

É uma rica oportunidade de aprendizagem para todos os envolvidos, dado que se ratifica a força e relevância da coletividade, o elo entre escola e o debate socioambiental, a educação para a vida!

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Concurso de Fotografia - Tema: “Meio ambiente num 'click'”


O CEJA João Ricardo da Silveira, através do Concurso de Fotografia “Meio ambiente num 'click'”, proporcionou aos alunos a oportunidade de registrar, através da fotografia, a percepção do meio ambiente, bem como suas características (sustentabilidade, preservação) e outras vertentes que possam, sob visão artística mais aprofundada, representar o espaço no qual estão inseridos.

A fotografia "Pôr do sol", da aluna Isabel Cristina Cavalcante, foi a vencedora do concurso. A fazenda Guanabara, no distrito Juá, em Quixadá-Ce, serviu como cenário no momento da captura da imagem.


O julgamento das fotografias, conforme o regulamento do concurso, ocorreu a partir da avaliação técnica de 03 (três) fotógrafos profissionais, quais sejam: Antonio Castelo, Edgardo Morais e Mazinha que a partir dos conhecimentos técnico-profissionais analisaram os trabalhos e apontaram o que apresentava melhor composição artística.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Crítica ambiental com arte

O Trabalho do Aluno Luandro Morais da Silva Gomes, intitulado de 'LIBERDADE'  trás uma reflexão sobre a educação ambiental e que essa, precisa vincular os processos ecológicos aos sociais, na leitura do mundo, Na forma de intervir na realidade e na forma de existir na natureza.

CONCURSO DE REDAÇÃO REVELA TALENTO NO CEJA JOÃO RICARDO DA SILVEIRA

Um concurso de redação realizado pelo CEJA João Ricardo da Silveira, movimentou a escola e revelou novos talentos, reforçando que a educação é importante ferramenta de transformação humana. 
Aluna: Maria Silviane Costa Martins Melo

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

33 anos do CEJA João Ricardo da Silveira



Hoje foi dia de festa comemorativa aos 33 anos do CEJA João Ricardo da Silveira. Segmentos da comunidade escolar e cidadãos da comunidade local participaram da homenagem, cuja programação constou de atividades diversificadas e interligadas por um tênue fio que uniu Ciência, Arte, Religião e diversão apresentadas com compromisso e responsabilidade necessários à formação do homem e a sustentabilidade do planeta.
                            






 




 


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